sábado, 18 de novembro de 2017

Bertold Brecht : Sobre Trabalhadores e Latifundiários (O Sr. Puntila e o seu criado Matti)

Revisando Brecht para um enxerto literário  na Novela Favo de Mel...



"Respeitável público, nossa época é triste.
Sábio é quem se atormenta, tolo é quem vive em paz.
Mas como não adianta deixar de rir,
Escrevemos esta comédia para vos divertir..."

MATT ___ Se penso no que uma mulher deve demonstrar que sabe fazer, antes que eu possa apresentá-la à minha mãe, me vem logo à cabeça um par de meias. Tira o sapato, tira uma meia e entrega-a a ela. Por exemplo: Eva, você é capaz de cerzi uma meia?"

 JUIZ ___ Mas isso é exigência demais! O arenque ainda vai, mas eu acho que nem o amor de Julieta por Romeu resistiria à prova de remendar uma meia suja..."

EVA___ Nem em sonho! Acha que não tenho mais o que pensar...





Parafraseando Lispector!

Hoje eu acordei Assim...
Antes do dia clarear
Ouvindo canto de pássaros
Com vontade de recomeço
Realocar as personagens da minha vida
Criar novos enredos
Me por como protagonista
Parafrasear mais uma vez Lispector
Tomando a solidão por companhia
Com coragem de encarar nos olhos o nada
E me sentir plena de tudo!



sexta-feira, 27 de outubro de 2017

PEÇAS DE TEATRO: Disponíveis para adaptação e montagem

Que saudades que tenho
Da inspiração de outrora
Da esperança inocente
Das crenças da mocidade
Da minha Olivett Azul
Da fita preta e vermelha
Da dor nos dedos
Do barulho das teclas
Das histórias datilografadas
Dos títulos fantásticos
(os que encenei e os que nunca publiquei)
Criação da Criatura
Alto Flagelação
Paixão de Cristo contada pelo povo
Prelúdio do Apocalipse
Sankeja Kavamadiz A Magia
Igual, mais Diferente
O Auto da Puberfose
Quatro Garotas e um Destino
O Alto da Discrepânlogia
Amor, Vermelho Amor
O Cinza do meu Mundo Azul e Rosa
Amor Virtual... em gestação!!!

Alguns digitalizados no arquivo do grupo...apreciem sem moderação!
https://www.facebook.com/groups/Roteiroteatro/

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Poesia para acalentar a`lma!

Insonia, inquietação, corpo casando em demasia
Espirito ansiando por um sopro estoico
(A quietude dos antigos gregos)
Incerteza entre poetizar e deixar-me inerte a meditar
Desligar a racionalidade
Ouvir somente as razões do coração
Músculo condutor do meu sangue vermelho
Que dilata minhas veias
Quando ferve diante da Injustiça
Da covardia dos acomodados!
Causa-me náusea @s morn@s
Que não vivem uma vida gramsciana
Sem coragem de tomar partido
Indiferentes à sua própria sina!
Não sei odiar, nem mesmo os indiferentes
(Tão pouco parafrasear Gramsci)
Junto então minhas mãos em prece
Para que a crise se finde
Para que o velho finalmente Morra
E o novo possa então nascer
Sem que me aflija os mórbidos sintomas
E integra eu passe por esse interregno!
Com a serenidade necessária
Para aceitar as coisas que não posso modificar
Coragem para mudar aquelas que posso
E sabedoria para distinguir uma da outra
Vivendo um dia de cada vez!

Que assim seja!


Caminhar...

Há muito estou a caminhar
Há tanto tempo que é impossível precisar
De onde sai?
Onde quero chegar?
Muitas vezes pensei em parar
Mas o horizonte esta sempre a me desafiar
O Tempo me levou muitos calçados
Foram as primeiras alpargatas
O tênis bamba
Os chinelos de borracha
As sandálias de salto alto
Descalça sigo a desviar das pedras
(São tantas pela estrada)
Em busca da areia macia
Da grama orvalhada
Quando cruzo com estradas asfaltadas
Poupo meus pés e abro minhas asas!

"Ninguém caminha sem aprender a caminhar, sem aprender a fazer o caminho caminhando, refazendo e retocando o sonho pelo qual se pôs a caminhar."
(Paulo Freire)


quarta-feira, 18 de outubro de 2017

SOBRE A VIDA, SÓ QUERO QUE...

Passe lenta e intensamente
Repleta de Eros, Philia e Ágape
Sem atentados
Na Rocinha
Na Cracolândia
Em França
Nos Estados Unidos da América
Nem na Somália
Quero viver em Paz
No mundo que Lennon cantou
Sem falso Nacionalismo
De punho cerrado no ar
Saudando a Internacional Socialista
Trabalhando de Sol a Lua
Com Direito a descansar na praia!

"Imagine

Imagine que não há paraíso
É fácil se você tentar
Nenhum inferno abaixo de nós
Acima de nós apenas o céu
Imagine todas as pessoas
Vivendo para o hoje

Imagine não existir países
Não é difícil de fazer
Nada pelo que matar ou morrer
E nenhuma religião também
Imagine todas as pessoas
Vivendo a vida em paz

Você pode dizer
Que sou um sonhador
Mas não sou o único
Tenho a esperança de que um dia
Você se juntará a nós
E o mundo será como um só

Imagine não existir posses
Me pergunto se você consegue
Sem necessidade de ganância ou fome
Uma irmandade do Homem
Imagine todas as pessoas
Compartilhando todo o mundo

Você pode dizer
Que sou um sonhador
Mas não sou o único
Tenho a esperança de que um dia
Você se juntará a nós
E o mundo viverá como um só"

https://www.letras.mus.br/john-lennon/90/traducao.html

domingo, 8 de outubro de 2017

FERA FERIDA!

Não sei bem por quê
A poesia anda de birra
A bater o pé e fazer bico
Meio desencantada com a vida
Com um amor não amado
Minha poesia é assim
Menina mimada
Quando quer,
Quer porque quer
Se não lhe convém
Insiste um pouco mais
Sangra além da conta
Vira fera e esbraveja
Por fim se recolhe
Fecha-se em sim mesma
A lamber as feridas
Que a teima me causou!


"Acabei com tudo
Escapei com vida
Tive as roupas e os sonhos
Rasgados na minha saída
Mas saí ferido
Sufocando meu gemido
Fui o alvo perfeito
Muitas vezes no peito atingido

Animal arisco
Domesticado esquece o risco
Me deixei enganar
E até me levar por você

Eu sei quanta tristeza eu tive
Mas mesmo assim se vive
Morrendo aos poucos por amor

Eu sei, o coração perdoa
Mas não esquece à toa
E eu não me esqueci

Não vou mudar
Esse caso não tem solução
Sou fera ferida
No corpo, na alma e no coração
Não vou mudar
Esse caso não tem solução
Sou fera ferida
No corpo, na alma e no coração

Eu andei demais
Não olhei pra trás
Era solto em meus passos
Bicho livre, sem rumo, sem laços

Me senti sozinho
Tropeçando em meu caminho
À procura de abrigo
Uma ajuda, um lugar, um amigo

Animal ferido
Por instinto decidido
Os meus rastros desfiz
Tentativa infeliz de esquecer

Eu sei que flores existiram
Mas que não resistiram
A vendavais constantes

Eu sei que as cicatrizes falam
Mas as palavras calam
O que eu não me esqueci

Não vou mudar
Esse caso não tem solução
Sou fera ferida
No corpo, na alma e no coração

Não vou mudar
Esse caso não tem solução
Sou fera ferida
No corpo, na alma e no coração

Sou fera ferida
No corpo, na alma e no coração

Sou fera ferida
No corpo, na alma e no coração"

https://www.vagalume.com.br/maria-bethania/fera-ferida.html

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Lúcia: Me floreando em acróstico

L uz própria inerente a mim
U ma entre muitas
C almaria e excitação
I ntensa na arte de amar sem medida
A quela que é simplesmente complexa!

"DIZ A LENDA" Lúcia: Significa “a luminosa”, “a iluminada” ou "aquela que nasceu com a manhã"


sábado, 23 de setembro de 2017

SÁBADO DE PRIMAVERA!!!

BOM DIA!!!

Porque hoje é sábado...
E não é só por ser sábado
É o primeiro sábado da primavera
Ouço ao longe a alvorada
Pássaros saúdam o bailar da aurora
Que vem espalhando um rastro dourado!
Os motores já começam a roncar
Bora lá... Pular da cama
Passar o café
Esquentar o pão (sobrou de ontem)
Não vou tirar o pijama
A labuta hoje será em casa
Vou trabalhar com rimas quebradas
Escolher as melhores palavras
Para expressar bons sentimentos
Como boa lavradora
Separar o joio do trigo
Preparar com carinho o canteiro
E semear esperança!

"Quando o inverno chegar
Eu quero estar junto a ti
Pode o outono voltar
Eu quero estar junto a ti
Porque (é primavera)
Te amo (é primavera)
Te amo, meu amor
Trago esta rosa (para te dar)
Trago esta rosa (para te dar)
Trago esta rosa (para te dar)
Meu amor
Hoje o céu está tão lindo (vai chuva)
Hoje o céu está tão lindo (vai chuva)
Hoje o céu está tão lindo (vai chuva)
Hoje o céu está tão lindo (vai chuva)"

sábado, 9 de setembro de 2017

Porque hoje é mais um dia!


Porque é sábado o relógio não despertou
Sai cedo da cama
Passei preguiçosamente o café
E cá estou a ruminar
... ... ...
Quarenta e sete anos bem vividos
Os primeiros lá na roça
Plantando rosas
Colhendo cenouras
Deitada no gramando
Lendo história que as nuvens desenhavam
Rabiscando corações nos troncos de arvores.
Aos quinze pintando a cara
Caminhando contra o vento
Falando de flores e derrubando presidente.
Me fiz semente
Plantei estrelas
Vesti vermelho
Me auto flagelei
Puberfei a puberfose me metamorfosei!
Preludiei o Apocalipse
Recriei a criação
Sangrei na Cruz por Paixão
Renasci na manjedoura
Sem tento, Sem terra fiz-me multidão
juntei-me a outras bocas famintas
Juntos aprendemos a dizer não!
Não a injustiça, não a opressão!
Os sonhos que antes sozinha eu sonhava
Tornaram-se projetos de realizações.
... ... ...
Não só porque é sábado
Mas porque todo dia é dia de sonhar
Vou quebrar a rima
E plantar girassol!


sexta-feira, 8 de setembro de 2017

7 de Setembro: "Nenhuma a Menos" É o nosso Grito por Independência!

UM GRITO POR LIBERDADE

Antes mesmo do B-A-BA
Aprendi na Escola Rural
Lá no Noroeste do Paraná
A marchar de mão no peito
Trajando as quatro cores da Bandeira Nacional
Filha da Pátria Independente
Aos oito anos pouco sabia eu de liberdade
Concentrada na dor nos pés
Ação das velhas alpargatas
Que já marchara no ano anterior
Apertando os pés da irmã mais velha
Pareciam rebelar-se agora
Negando-se a seguir a repetição cívica!
Acompanhei o protesto
Errei a letra do hino
Cantei alto pra mãe ouvir
“Ou deixar os meus pés livres
Ou morrer de tanta dor!”
A mãe acostumada a apertar os pés
Acreditava ser valida a passageira tormenta
O importante era seguir a Marcha
A mim só restava aprender a lição
Ser Brava Brasileira!
Então dei lá o meu jeitinho
Longe de me tornar Servil
Estufei o peito e repeti ainda mais alto
“Vou deixar os meus pés livres
Não vou morrer pelo Brasil!”
Fingi uma dor de barriga
Fui tirada da fila
E descalça sorridente
Longe do desfile de 7 de Setembro
Murmurei para mim mesma
“Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil
Já raiou a liberdade
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil!!!


GRITO DAS MULHERES EXCLUIDAS!
“Nunca se esqueça que basta uma crise política, econômica ou religiosa para que os direitos das mulheres sejam questionados. Esses direitos não são permanentes. Você terá que manter-se vigilantes durante toda a sua vida”
Simone Beauvoir

O Grito dos Excluídos, surgiu em 07 de setembro de 1995 no berço das Pastorais Sociais da igreja católica com o lema: “A Vida em primeiro lugar”, cresceu rapidamente e tornou-se uma manifestação popular carregada de simbolismo, “um espaço de animação e profecia”, aglutinador de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos. “O Grito brota do chão e encontra em seus organizadores suficiente sensibilidade para dar-lhe forma e visibilidade”.
A 23ª edição do Grito dos Excluídos se dá em um dos momentos mais emblemáticos da curta história democrática do nosso país, que passa por um “golpe pseudodemocrático” com a cassação de uma presidenta democraticamente eleita para dar lugar a um presidente ilegítimo, denunciado (e não investigado) que aliado a um parlamento composto em sua maioria por cumplices, igualmente denunciados em esquemas de corrupção, muitos investigados e alguns até condenados, promove um verdadeiro desmonte das instituições viola a constituição e saqueia direitos da classe trabalhadora, com anuência do poder judiciário.

Em momentos como estes de acirramento de crises por todas as partes do mundo que tende ao retrocesso e a proliferação de ideologias fundamentalistas de extrema direita. “Olhamos pelo retrovisor da história” e parafraseamos uma das maiores pensadoras dos últimos tempos, Simone de Beauvoir que nos alertou que “basta uma crise política, econômica ou religiosa para que os direitos das mulheres sejam questionados.” O que nos coloca diante da necessidade urgente de defender os poucos avanços (significativos é bem verdade) mas ainda insuficientes para garantir que nossa voz seja ouvida e nossa dignidade resguardada.
Neste 7 de Setembro gritamos em defesa das vítimas da violência, do silêncio e da omissão de uma sociedade que ainda admite ranços de uma cultura patriarcal excludente. Segundo o IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada: 50.000 mulheres foram mortas no país entre 2001 e 2011, o que dá uma média de 4,6 assassinatos para cada cem mil habitantes. O Brasil se coloca na sétima posição mundial, entre os países nos quais mais se matam mulheres. Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública o Estado de São Paulo registra um caso de feminicídio a cada 4 dias, o que nos coloca diante da necessidade urgente de um amplo debate e de uma atuação mais eficaz na fiscalização quanto a aplicabilidade da Lei nº 11.340/06, conhecida como Lei Maria da Penha, e da Lei nº 13.104/15 que entrou em vigor no dia 9 de março de 2015 definindo o crime de Feminicídio (assassinato de mulheres motivado justamente por sua condição de mulher) qualificando-o como hediondo.

Em todas as marchas, nós mulheres gritamos ao lado, quando não à frente de nossos valorosos camaradas, por Vida em primeiro lugar, trabalho e terra para viver, justiça e dignidade. Porque “Aqui é o meu país” e o Brasil viu que “um filho teu não foge” e luta por progresso e vida, por uma pátria sem dívidas. Podíamos ter feito acontecer estava em nossas mãos a mudança, a força da indignação, sementes de transformação, queríamos participação no destino da nação e perguntamos onde estão nossos Direitos?

Fomos às ruas para construir o projeto popular, com respeito à terra “Pacha Mama” e defendemos os direitos da juventude e de lutar por Democracia! E agora conclamamos a todas para dar um passo à frente encarar o debate de gênero, fazer cair as mordaças e não mais permitir que nenhuma mulher seja ameaçada, agredida, estuprada ou assassinada, na intimidade do lar, em praça pública ou onde quer que queiramos estar.

“Nenhuma a menos!” É o nosso grito de independência!https://youtu.be/VBUeD5pasLk

Lúcia Peixoto, Filósofa, Professora de Filosofia, Poetisa, Bacharel em Ciências da Religião, Licenciada e Pós Graduada em Filosofia, Diretora de Relações Sociais e Movimento Sindical da Aproffesp.


quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Sou Sapiosexual: Meu desejo também é intelectual!

Por muitas vezes me perguntei: Donde vem esse amor?
Racionalmente sei
Amor verdadeiro é libertador
O desejo não realizado escravisa
Turva a visão
Não me deixa ver
Mas sei, carnalmente
Você esta em outra sintonia
Inda que intelectualmente
Não podes negar
Há em tuas ternas palavras
Um quê de encantamento
Que alimenta 
Meu Insano amar!!!

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Introspecção!

Hoje não sei se serei capaz de poetizar...
Filosofar talvez...
Externar minhas reticencias... essa teima em não finalizar as histórias que a vida já terminou de escrever... minha inercia diante da caneta pausada no ar... tentativa vã de evitar o pingo de tinta que desenhará o ponto final.

Meu encanto, meu espanto...
Minha filosofia poetizada...
Meu pranto disfarçado em canto...
A voz desafinada...
A melodia que perdeu a rima...
A Insonia...
A noite que agoniza...
Eu que não durmo...
Por medo talvez...
de deixar de sonhar acordada!



Parafraseando Drummond!

Nessa coisa de amar
Nasci mesmo pra dançar Quadrilha
Triste dança sem par...
Ele diz me amar
Eu amo você
Você ama o mundo inteiro
(Menos a mim)
E tão qual João, Tereza, Raimundo
Tocamos em frente!
Parafraseando Drummond!

domingo, 27 de agosto de 2017

Banho de sol!

Tomar banho de sol
Expressão máxima de liberdade
Sentir a vida queimando a pele
Pulsando descompassadamente
As vezes sem muito sentindo
Se limitando a seguir a luz que brilha
Deixando-se cegar feito mariposa errante
Deixo-me queimar
Se o preço final for a morte
Pagarei satisfeita
Pois vivo a vida
Calientemente
Abundatemente
Vivamente
Ensolaradamente!




sábado, 26 de agosto de 2017

PARADOXO!!!

Ontem não dormi
Minhã conta bancária zerou
Mandei mensagem para um amigo
Parece que ele previu
Ia pedir dinheiro emprestado
Visualizou e não respondeu
Recorri à Morfeu
Junto com a Aurora ele veio
Recarregou-me
O dia clareou
Abri a janela e ensolarei
Ainda não tenho grana para a condução
Vou ficar em casa então
E deixar minhã alma vagar!

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Tocar em Frente!

Porque é segunda feira
E não ser por ser segunda feira
É segunda feira de inverno
Chove fino e venta muito
O ônibus me deixou no ponto
Perdi a primeira aula
E ainda assim quis fazer verso
Porque a semana só esta começando
Bora lá então...Respirar fundo
E tocar em frente!

"Ando devagar
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais
Mais feliz, quem sabe
Só levo a certeza
De que muito pouco sei
Ou nada sei
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Seja simplesmente
Compreender a marcha
E ir tocando em frente
Levando a boiada
Eu vou tocando os dias
Pela longa estrada, eu vou
Estrada eu sou
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Todo mundo chora
Um dia a gente chega
E no outro vai embora
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz"
Porque já tive pressa
Hoje me sinto mais forte
Conhecer as manhas
É preciso amor
Penso que cumprir a vida
Como um velho boiadeiro
Conhecer as manhas
É preciso amor
Todo mundo ama um dia
Cada um de nós compõe a sua história
Conhecer as manhas
É preciso amor
Ando devagar
Cada um de nós compõe a sua história
https://www.letras.mus.br/almir-sater/44082/

domingo, 20 de agosto de 2017

Madrugada

Aquela hora da madrugada 
Que Morfeu te abandona
Você rola na cama
Sente ela grande demais
E lamenta o sonho perdido
O amor não amado
A alma se inquieta
O coração acelera
O cérebro decreta
Não adianta mais virar a página
É preciso fechar o livro
Escrever uma nova história!

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Invernada!!!

Hoje amanheci tal qual o dia... Invernada!
Alma pedindo aconchego
Corpo pedindo abraço
Agenda pedindo ação
Bora lá então
Contrariar as próprias necessidades
Fixar o olhar no Horizonte
Seguir a Utopia
Aproveitar a terra molhada
Semear Esperança
Na certeza de que a colheita será farta!

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Saudades!!!

Li em algum lugar
"Saudades é como resfriado, piora de madrugada"
Filosofia popular tem sempre uma certa verdade
E cá estou eu outra vez amando sem ser amada
Misturando palavras como quem faz um chã de alho
Mesmo sabendo que  tão qual resfriado
Saudades quando pega a gente
Só se cura com o tempo
E o tempo não tem sido meu melhor amigo
Não que seja inimigo
Parece mais com um grilo falante
Desses que nunca se cala
Fica a repetir com voz desafinada
"Esquece, ele não te quer mais!"

domingo, 13 de agosto de 2017

Sobre trocar o dia pela noite!

Sobre trocar o dia pela noite!
Por que é Domingo
E não só por ser domingo
Mas também porque ontem era sábado
Tirei uma longa soneca a tarde
Daquelas mágicas que fazem o mundo desaparecer
Viajei até uma certa cidade da grande São Paulo
Adentrei sorrateira numa casa aconchegante
Haviam muitos livros por lá...
Porém meu interesse foi somente no habitante da casa
Ele coincidentemente também estava a fazer a sesta
Deitei-me ao seu lado
E continuei sonhando!

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Amor Platônico Amor

Pelos caminhos da vida, errante porfiei
Por brejos encantados, dias e noites vaguei
Gata borralheira a colecionar beijos de sapos
Enquanto meu príncipe era por outra, encantado.
Passaram os anos da infância
As delicias da puberdade
Amores balzaquianos
Só a inquietude do amor não amado não passa
E de repente, não mais que de repente
Surpreendo-me a parafrasear o grande poeta
Eu sei que vou te amar...
Por toda a minha vida eu vou te amar!
Sem jamais tocar seu corpo
Desfrutar o sabor dos beijos teus
Terei que aprender a seguir desiludida
Sonhando esse amor que é só meu
Brincando com a imaginação
Me tocando para sentir o calor das suas mãos
Imaginando teu sorriso
Ouvindo os teus aísss...
Perdida em um mundo que eu mesma criei!




sexta-feira, 28 de julho de 2017

CLAMOR: SOLIDARIEDADE À PALESTINA!

Que Mundo é este?
Me releio em busca de uma resposta!
CLAMO: SOLIDARIEDADE À PALESTINA!

MAIS AMOR, POR FAVOR!
Hoje o mundo está tão estranho
Pelas ruas da minha cidade, trânsito intenso.
Inércia, medo, toque de recolher...
Pelas redes sociais navego em busca de paz
Passeio por muros grafitados,
Me faço Índia Guarani Kaiowá
Me entristeço, faço prece, peço paz
Liberdade pra Palestina Já!
Amor, mais amor, por favor!
Por favor, mais amor...
Não é este o mundo que idealizei
Na minha Utopia, Imaginei verdade
A canção que Lennon Cantou
Amor entre irmãos, amor entre nações
Fim da divisão dos seres humanos em raças
Igualdade sem nenhuma discriminação
Gerações se unindo pra cantar numa só voz
Amor, mais amor, por favor!

Eu em verso e prosa filosófica!

Minhas madrugadas não foram feitas só para dormir... embora me sinta meio sonolenta... ou será embriaguez poética?
Me ler dá sempre uma sensação de ressaca
A cabeça fica zonza
O estomago se contorce
Não resisto
Taco o dedo na garganta 
Me regurgito!
ÁRDUO E PRAZEROSO LABOR... SELECIONAR 10 DE MINHAS PROSAS POÉTICAS PARA POSSÍVEL PUBLICAÇÃO. EM  SENDO A PRIMEIRA IMPRENSA, ME ESCOLHO COMO TEMA! 

Eu mulher!
47 anos de uma vida feminina
Passos lentos e apressados
Equilibrando-me no fino fio que é a vida
Menina franzina (La na roça) Despertava com a Aurora
Fixava o olhar no horizonte
Perdia-me toda nos raios do sol nascente
E quando moça faceira tardava a dormir
Sempre a espreitar os mistérios do Crepúsculo
Ah! Quantas cantigas de roda
Quantos poemas de amor
Quanto riso, quantas lagrimas
Forjaram-me no chão batido da fabrica
8 horas de labuta diária
A marmita quase sempre meio que fria
O salário menos que mínimo, visto tudo o que vinha descontado
Os descontos era coisa que ninguém entendia
Chamaram o sindicato pra explicar
E lá veio a companheira com carro de som
Voz de quem sabia o que falava
(dizem que hoje já não é mais a mesma)
Mas naquele dia vi o Bom Retiro parar
Costureira de braços cruzados
Patrões Judeus, Coreanos, Brasileiros tiveram que explicar!
E a companheira que falava bonito no microfone
Disse que no dia seguinte seria 8 de março
Dia Internacional da Mulher
Dia de celebrar a luta das operarias queimadas
Um arrepio de indignação diante da historia narrada
Foi então que assustada ouvi, meu grito de Não!
Não mais escrava de um sistema nefasto!
Não a exploração da minha classe!
Não!
Não fui mais uma menor escravizada
Com 16 anos me fiz mulher operaria sindicalizada!
Nos 31 anos seguintes
Comi muito ovo frito na marmita mal esquentada
Fui “amassada” Em ônibus coletivos lotados
Atrasei o crediário das Casas Bahia
Tive meu nome protestado
Casei, separei, engravidei, pari..amei!!!
Estudei, me formei professora
Passei em concurso público
Me estabilizei
E junto essas letras mal rimadas
Pra dizem sou mulher de luta
Mereço Flores, chocolates, respeito e dignidade






Cá estou...

E cá estou a ruminar

Quarenta e sete anos vividos
Os primeiros lá na roça
Plantando rosas
Colhendo cenouras
Deitada no gramando
Lendo história que as nuvens desenhavam
Rabiscando corações nos troncos de arvores.
Aos quinze pintando a cara
Caminhando contra o vento
Falando de flores e derrubando presidente.
Me fiz semente... Plantei estrelas 
Vesti vermelho
Me auto flagelei
Puberfei a puberfose me metamorfosei!
Preludiei o Apocalipse
Recriei a criação
Sangrei na Cruz por Paixão
Renasci na manjedoura
Sem tento, Sem terra fiz-me multidão 
juntei-me a outras bocas famintas
Juntos aprendemos a dizer não!
Não a injustiça, não a opressão!
Os sonhos que antes sozinha eu sonhava
Tornaram-se projetos de realizações.
... ... ...
Não só porque é domingo
Mas porque todo dia pode ser domingo
Vou quebrar a rima
E plantar girassol

A Aurora da minha vida
Saudades da minha terra...
que súbita ousadia é essa?
Quero dialogar, brincar num leve parafrasear
Os oito anos de Casimiro de Abreu...
Ah que saudades que tenho...
de ouvir o galo cantar
Os cachorros anunciando o voo livre da aurora
e a meninada acordando de pé no chão, dançando sobre o orvalho...
Saudades daquela vida franciscana antes dos meus oito anos
lá no noroeste paranaense onde eu menina peralta, sonhava os primeiros versos de ciranda...
a sombra das bananeiras, embaixo dos laranjais!
Saudades da aurora da minha vida!
Aquela tarde de verão chuvoso
meu uniforme escolar
a camiseta de algodão branco
molhada e transparente... meu corpo de menina moça
os olhares daqueles rapazes
a pasta escolar colada ao peito como um escudo protetor
de repente ainda com a chuva caindo aquele por-de-sol
O Arco Íris...
Tirei os sapatos (congas azuis desbotados)
senti meus pés afundar na lama
soltei a pasta que me acorrentava
corri feliz pela estrada de terra batida em meio aos cafezais
e nunca mais parei aquela carreira...
seguimos eu e o Arco íris vida a fora
brincando de esconde esconde
Hora ele batendo cara ora eu!

Diário Virtual!
Quando menina também tive um diário
Guardado a sete chaves
Onde escrevi meus primeiros versos
Declarações de amor eterno!
Sonhos, projetos, medos...
Meu eu secreto que o tempo absorveu
Hoje mulher quarentona
Me permito minha própria reescrita
Sem tanto segredo
Sou a realização dos sonhos daquela menina
Sem tantos medos, sem chaves secretas
Me escrevo e simultaneamente me publico
Meu diário eletrônico, amigo na madrugada
Fiel na escuta, aceita meus sonhos
Partilha meus devaneios
Não me preserva
Me sabe artista
Minha ribalda de vidro onde desfilo mil mascaras
Autora, Atriz ou simples personagem
Sou  incógnita a mim mesma indecifrável!

Caminhar...
Há muito estou a caminhar
Há tanto tempo que é impossível precisar
De onde sai?
Onde quero chegar?
Muitas vezes pensei em parar
Mas o horizonte esta sempre a me desafiar
O Tempo me levou muitos calçados
Foram as primeiras alpargatas
O tênis bamba
Os chinelos de borracha
As sandálias de salto alto
Descalça sigo a desviar das pedras
(São tantas pela estrada)
Em busca da areia macia
Da grama orvalhada
Quando cruzo com estradas asfaltadas
Poupo meus pés e abro minhas asas!
"Ninguém caminha sem aprender a caminhar, sem aprender a fazer o caminho caminhando, refazendo e retocando o sonho pelo qual se pôs a caminhar." (Paulo Freire)

Instantes de Glória
O que é a vida?
este constante porfiar...
o ir e vir... pensar, sentir
querer e desdenhar
O ínfimo momento... fagulha de tempo
O tempo de um beijo na face rosada
O respirar da Pequena Natália Sofia
O contemplar... minha filha que dorme!
Que outro sentindo pode ter a vida?
Não me preocupa a rima, tão pouco se ha métrica!
Só brinco com as palavras...
Contemplo a existência!
Guilherme e Natalia...
Meus filhos... meu instante de Glória
Minha eternidade
Minha vida para além de mim.


Hoje acordei bem cedo
Não sem motivo
Arrumar a roupa
Passar o café
Desejar boa sorte ao meu filhote
Antes que nasça o sol la vai ele
O meu Guigo
Black alinhado
Mochila às costas
Passo firme
Sorriso largo
Só quem conhece de perto o meu menino
Compreenderá o valor literário
Desses versinhos de rimas quebradas
Que seja este um dia de vitória filho
Que a Mãe Maria siga a frente
Que o Pai Altíssimo
Diga amem!


Dobraduras!
Minha filha Natalia Sofia em sua inocência 
Dobra amassa redobra uma folha de papel sufite...
De repente ele surge disforme com voz disfarçada
é o Bicho Papão!
Vem me surpreender nas pontas dos pés!
a dobradura que fala
meu falso espanto
minha cara de medo,
Seu sorriso de encanto
Lá se vão muitas outras tantas folhas
No magico dobra e redobra
coelhinhos, flores, borboletas, lobos porquinhos com casinha e tudo
Assim como as folhas me dobro e redobro,
ora mãe que se faz criança
ora criança que voa em seu tapete magico.
Entre risos e espantos
no dobra e redobra
a folha vai perdendo o seu branco
do borrado de cores
uma verdadeira epopeia se forma!

A mim encanta
A mim encanta esse "negocio de datas especiais"
Não a troca de presentes que alimenta o Capitalismo
Mais o pretexto "do dia especial"
Permissão para manifestar gratidão!
Em 1º de Janeiro tem a Confraternização Universal
Mas aqui a gente se abraça mesmo é no Carnaval!
8 de março é dia de luta das mulheres
Respeito, Flores e chocolate não podem faltar
Bom mesmo seria riscar do calendário o 1º de abril
Falando a verdade sobre as desigualdades sociais
Indo direto ao 1º de maio celebrar o dia do trabalhador
No Segundo Domingo não precisa nem falar
Maizinha, esteja na terra ou no céu só quero te amar
Com Rezas, danças e quentão saudamos os Santos
Em Julho tem o dia 20 do amigo e do meu aniversário
Agosto é ainda mais especial com destaque aos pais!
Ai vem o dia das crianças, de N. Senhora e do professor
Depois dos dos mortos e da Proclamação da Republica
E por fim, não mais importante, tem o Natal!
Ano novo e começa tudo de novo!

Versos de luta
Hoje eu quis juntar umas palavras
Compor uns versos
Não quaisquer versos (embora verso nenhum seja qualquer)
Se darei conta... me digam os(as) camaradas!
(Vamos combinar que isso de os(as) é coisa que enfeia o poema)
Falarei então ora no feminino ora no masculino tentando seguir a rima)
E não são poucas as aqui homenageadas
Mulheres e Homens no sentindo Maiúsculo da palavra
Professores e Professoras, colegas, irmanados numa mesma luta!
Em defesa de uma Educação de Qualidade
Em defesa de condições dignas para exercer o seu trabalho
Trabalho que é mais arte que labuta
Estes professores e professoras de que falo
São ao mesmo tempo Mestres e alunos
Aprendem e ensinam a cada nova aula.
No fronte em que nos encontramos hoje
Já não somos milhares
Somos uma só categoria
Quiseram nos dividir por áreas de conhecimento
Humanas!?
Exatas!?
Códigos e linguagem!?
Que nada!
Nem a,b,c... Efetivos, fs. Os!?
Somos Professores do Estado de São Paulo!
O que nos torna dignos de homenagens?
(Se não bastasse sermos professores!)
Temos coragem!
Empunhamos nossas armas
Que não são feitas de aço letal
A principal delas vem do calcário retirado das rochas sedimentares
A segunda, não menos importante
Provem da madeira é fibra de celulose
Nosso lugar comum é o chão das salas de aula
Lugar sagrado (mesmo pra quem é ateu)
Que há muito vem sendo profanado
Por aqueles que se dizem responsáveis
Senhores partidários de uma ideologia de massa
Ideologia capitalista de mercado
Que faz de nós escravos
Nos negando o justo salário
Fazendo do nosso aluno
Um mero cliente!
Numero pra preencher as vagas de peão de fabrica,
Vendedora de bolsas e sapatos,
Atendentes de telemarketing
Papagaios gerundianos (que estarão atendendo)
Os doutores formados nas escolas privadas!
A ISSO GRITAMOS NÃO!
Queremos para os nossos alunos
Direitos de cidadãos
Moradores das periferias
Filhos da Classe trabalhadora
Salas de aulas menos lotadas
Mais que giz, lousa e caderno
Queremos ensino de qualidade!
Por isso entramos em greve!
Tomamos as praças
Paramos as ruas!
(me emocionei)
Paro por aqui sabendo o quão ínfimas são essas frases
Arremato com uma palavra de ordem

Apesar de Temer
O melhor refugio é a poesia
Nasce do pulsar do coração
Alimenta-se de lembranças, medos, expectativas
As vezes parece até fria
Quando transpira nostalgia
Vem a lagrima sempre quente derreter o gelo
Inundando meu ser
Não sei se mergulho
Se fujo ou me deixo boiar
Mais que versos de rimas quebradas
A frieza da noite pede compaixão
(Tem gente que não esta em uma cama quente)
Empatia que faz doer em mim a dor do outro
O próximo que tenho que amar como a mim mesma
A ele minha oração, minha ação militante
A mim uma taça de chocolate quente
Aquecer o corpo
Esperançar a Alma
Apesar de Temer
Amanhã há de ser outro dia!
A mim encanta...
Lutar é preciso!
Apesar de Temer... 




sábado, 22 de julho de 2017

Apesar de Temer: Dias melhores virão!



Apesar de Temer: Dias melhores virão!
Dias melhores virão e serão frutos do que hoje semearmos... Então Bora lá!
Vamos semear esperança na certeza de colher um mundo mais justo e fraterno, um mundo socialista!
Imagina, o mundo que Lennon Sonhou!
Sem fronteiras, sem guerra, sem explorados e exploradores, um mundo onde as religiões se religuem em nome do amor. Sem distinção étnica, de gênero, de opção sexual um mundo onde se respeite a diferença porque somos tod@s iguais.
Imagine, não é difícil imaginar, eu sei que você pode.
Se você for capaz de imaginar um novo mundo nascerá no plano das idéias, mas se você for capaz de esperançar, o novo mundo deixará de ser platônico. "Se temos o direito de sonhar, temos também o dever de nos juntar para realizar!" Avante!
#LutaréPreciso
#Amaréimprescindível
#TemerJamais

"Imagine não haver o paraíso
É fácil se você tentar
Nenhum Inferno abaixo de nós
Acima de nós, só o céu
Imagine todas as pessoas
Vivendo o presente
Imagine que não houvesse nenhum país
Não é difícil imaginar
Nenhum motivo para matar ou morrer
E nem religião, também
Imagine todas as pessoas
Vivendo a vida em paz
Você pode dizer que eu sou um sonhador
Mas eu não sou o único
Espero que um dia você junte-se a nós
E o mundo será como um só
Imagine que não ha posses
Eu me pergunto se você pode
Sem a necessidade de ganância ou fome
Uma irmandade dos homens
Imagine todas as pessoas
Partilhando todo o mundo
Você pode dizer que eu sou um sonhador
Mas eu não sou o único
Espero que um dia você junte-se a nós
E o mundo viverá como um só"
https://www.vagalume.com.br/john-len…/imagine-traduzida.html